⚠️ Este é um site de tradução não oficial, sem relação com o DCMTK / OFFIS. Para informações oficiais, consulte a página original (https://support.dcmtk.org/docs/dcmdrle.html).

dcmdrle: decodificar arquivo DICOM comprimido em RLE

SINOPSE

dcmdrle [options] dcmfile-in dcmfile-out

DESCRIÇÃO

O aplicativo dcmdrle lê uma imagem DICOM comprimida em RLE (dcmfile-in), descomprime os dados de imagem (ou seja, converte para uma sintaxe de transferência DICOM nativa) e grava a imagem convertida em um arquivo de saída (dcmfile-out).

PARÂMETROS

dcmfile-in   DICOM input filename to be converted ("-" for stdin)

dcmfile-out  DICOM output filename ("-" for stdout)

OPÇÕES

opções gerais

-h --help
exibe este texto de ajuda e sai
--version
exibe as informações de versão e sai
--arguments
exibe os argumentos de linha de comando expandidos
-q --quiet
modo silencioso, não exibe avisos nem erros
-v --verbose
modo detalhado, exibe os detalhes do processamento
-d --debug
modo de depuração, exibe informações de depuração
-ll --log-level [l]evel: string constant
(fatal, error, warn, info, debug, trace) usa o nível l para o logger
-lc --log-config [f]ilename: string
usa o arquivo de configuração f para o logger

opções de entrada

+f --read-file
lê o formato de arquivo ou o conjunto de dados (padrão)
+fo --read-file-only
lê somente o formato de arquivo
-f --read-dataset
lê o conjunto de dados sem as informações meta do arquivo # Esta opção permite descomprimir objetos DICOM comprimidos em RLE que # foram armazenados como conjunto de dados sem cabeçalho meta. Isso não # deveria existir, pois a sintaxe de transferência não pode ser determinada # de forma confiável sem cabeçalho meta, mas infelizmente isso acontece.

opções de processamento

+ud --uid-default
mantém o mesmo UID de instância SOP (padrão)
+ua --uid-always
sempre atribui um novo UID ordem dos segmentos de bytes RLE:
+bd --byte-order-default
byte mais significativo primeiro (padrão)
+br --byte-order-reverse
byte menos significativo primeiro # Esta opção permite descomprimir arquivos DICOM comprimidos em RLE nos quais # a ordem dos segmentos de bytes é codificada de forma incorreta. Isso afeta apenas # imagens com mais de um byte por amostra.

opções de saída

+F --write-file
grava no formato de arquivo (padrão)
-F --write-dataset
grava o conjunto de dados sem as informações meta do arquivo. sintaxe de transferência de saída:
+te --write-xfer-little
grava em explicit VR little endian (padrão)
+tb --write-xfer-big
grava com a TS explicit VR big endian
+ti --write-xfer-implicit
grava em implicit VR little endian TS representações de valor pós-1993:
+u --enable-new-vr
habilita o suporte a novos VRs (UN/UT) (padrão)
-u --disable-new-vr
desabilita o suporte a novos VRs, converte para OB. codificação do comprimento de grupo:
+g= --group-length-recalc
recalcula os comprimentos de grupo, se presentes (padrão)
+g --group-length-create
sempre grava com elementos de comprimento de grupo
-g --group-length-remove
sempre grava sem elementos de comprimento de grupo. codificação de comprimento em sequências e itens:
+e --length-explicit
grava com comprimentos explícitos (padrão)
-e --length-undefined
grava com comprimentos indefinidos preenchimento final do conjunto de dados (não com --write-dataset):
-p= --padding-retain
não altera o preenchimento (padrão se --write-dataset não for usado)
-p --padding-off
sem preenchimento (implícito com --write-dataset)
+p --padding-create [f]ile-pad [i]tem-pad: integer
alinha o arquivo em um múltiplo de f bytes e os itens em um múltiplo de i bytes

SINTAXES DE TRANSFERÊNCIA

O dcmdrle oferece suporte às seguintes sintaxes de transferência para a entrada (dcmfile-in):

LittleEndianImplicitTransferSyntax             1.2.840.10008.1.2
LittleEndianExplicitTransferSyntax             1.2.840.10008.1.2.1
DeflatedExplicitVRLittleEndianTransferSyntax   1.2.840.10008.1.2.1.99 (*)
BigEndianExplicitTransferSyntax                1.2.840.10008.1.2.2
RLELosslessTransferSyntax                      1.2.840.10008.1.2.5

(*) se compilado com suporte a zlib habilitado

O dcmdrle oferece suporte às seguintes sintaxes de transferência para a saída (dcmfile-out):

LittleEndianImplicitTransferSyntax             1.2.840.10008.1.2
LittleEndianExplicitTransferSyntax             1.2.840.10008.1.2.1
BigEndianExplicitTransferSyntax                1.2.840.10008.1.2.2

REGISTRO DE LOG

O nível de detalhamento do log das diversas ferramentas de linha de comando e das bibliotecas subjacentes pode ser especificado pelo usuário. Por padrão, apenas erros e avisos são gravados no fluxo de erro padrão. Ao usar a opção –verbose, mensagens informativas, como detalhes do processamento, também são relatadas. A opção –debug pode ser usada para obter mais detalhes sobre a atividade interna, por exemplo, para fins de depuração. Outros níveis de log podem ser selecionados com a opção –log-level. No modo –quiet, apenas erros fatais são relatados. Nesses casos de erro muito graves, o aplicativo normalmente é encerrado. Para mais detalhes sobre os diferentes níveis de log, consulte a documentação do módulo "oflog".

Caso a saída do log deva ser gravada em arquivo (opcionalmente com rotação de arquivo de log), no syslog (Unix) ou no log de eventos (Windows), pode-se usar a opção –log-config. Esse arquivo de configuração também permite direcionar apenas determinadas mensagens para um fluxo de saída específico e filtrar certas mensagens com base no módulo ou aplicativo em que são geradas. Um arquivo de configuração de exemplo é fornecido em < etcdir>/logger.cfg.

LINHA DE COMANDO

Todas as ferramentas de linha de comando usam a seguinte notação para os parâmetros: colchetes delimitam valores opcionais (0-1), reticências no final indicam que múltiplos valores são permitidos (1-n), e a combinação dos dois significa de 0 a n valores.

As opções de linha de comando se distinguem dos parâmetros por um sinal '+' ou '-' à frente. Normalmente, a ordem e a posição das opções de linha de comando são arbitrárias (ou seja, podem aparecer em qualquer lugar). No entanto, se as opções forem mutuamente exclusivas, é usada a ocorrência mais à direita. Esse comportamento está em conformidade com as regras de avaliação padrão dos shells Unix comuns.

Além disso, um ou mais arquivos de comando podem ser especificados usando um sinal '@' como prefixo do nome do arquivo (por exemplo, @command.txt). Esse argumento de comando é substituído pelo conteúdo do arquivo de texto correspondente (múltiplos espaços em branco são tratados como um único separador, a menos que apareçam entre duas aspas) antes de qualquer avaliação posterior. Observe que um arquivo de comando não pode conter outro arquivo de comando. Essa abordagem simples, mas eficaz, permite agrupar combinações comuns de opções/parâmetros e evita linhas de comando longas e confusas (um exemplo é fornecido no arquivo < datadir>/dumppat.txt).

AMBIENTE

O aplicativo dcmdrle tenta carregar os dicionários de dados DICOM especificados na variável de ambiente DCMDICTPATH. Por padrão, ou seja, se a variável de ambiente DCMDICTPATH não estiver definida, o arquivo < datadir>/dicom.dic será carregado, a menos que o dicionário esteja embutido no aplicativo (padrão para o Windows).

É preferível manter o comportamento padrão e usar a variável de ambiente DCMDICTPATH apenas quando dicionários de dados alternativos forem necessários. A variável de ambiente DCMDICTPATH tem o mesmo formato da variável PATH dos shells Unix, em que dois-pontos (":") separam as entradas. Em sistemas Windows, um ponto e vírgula (";") é usado como separador. O código do dicionário de dados tenta carregar cada arquivo especificado na variável de ambiente DCMDICTPATH. Ocorre um erro se nenhum dicionário de dados puder ser carregado.

VEJA TAMBÉM

dcmcrle(1)

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