dcmpschk: ferramenta de verificação de presentation states
SINOPSE
dcmpschk [options] [dcmfile-in...]
DESCRIÇÃO
O utilitário dcmpschk verifica se os objetos DICOM Grayscale Softcopy Presentation State estão em conformidade com a norma. O teste é realizado em três fases:
- A fase 1 verifica o meta-header do arquivo DICOM. Verifica-se se todos os atributos obrigatórios estão presentes, se os UIDs de classe SOP e de instância correspondem aos UIDs do objeto principal e se o atributo de comprimento de grupo contém um valor correto. A sintaxe de transferência do meta-header também é verificada.
- A fase 2 realiza uma verificação sintática dos valores, das representações de valor e das multiplicidades de valor de cada atributo do objeto. Os valores presentes no objeto testado são comparados com as definições do dicionário de dados DICOM.
- A fase 3 realiza uma verificação semântica da integridade do Presentation State. Essa fase é omitida quando são encontrados objetos de outras classes SOP. As fases 1 e 2 também podem ser aplicadas a outros objetos DICOM de classe SOP arbitrária. Deve-se observar que o dcmpschk não oferece suporte a Presentation States que contenham o Mask Module. Eles são rejeitados com uma mensagem informando que não há suporte ao Mask Module.
PARÂMETROS
dcmfile-in presentation state file(s) to be checked
OPÇÕES
opções gerais
-h --help- exibe este texto de ajuda e sai
--version- exibe as informações de versão e sai
--arguments- exibe os argumentos de linha de comando expandidos
-q --quiet- modo silencioso, não exibe avisos nem erros
-v --verbose- modo detalhado, exibe os detalhes do processamento
-d --debug- modo de depuração, exibe informações de depuração
-ll --log-level [l]evel: string constant- (fatal, error, warn, info, debug, trace) usa o nível l para o logger
-lc --log-config [f]ilename: string- usa o arquivo de configuração f para o logger
opções de validação
--validate-std- as imagens referenciadas pelo GSPS devem pertencer à mesma classe SOP (padrão)
--validate-related- as imagens referenciadas pelo GSPS podem pertencer às classes SOP relacionadas 'for presentation' e 'for processing'
--validate-relaxed- as imagens referenciadas pelo GSPS podem ser de qualquer classe SOP
REGISTRO DE LOG
O nível de detalhamento do log das diversas ferramentas de linha de comando e das bibliotecas subjacentes pode ser especificado pelo usuário. Por padrão, apenas erros e avisos são gravados no fluxo de erro padrão. Ao usar a opção –verbose, mensagens informativas, como detalhes do processamento, também são relatadas. A opção –debug pode ser usada para obter mais detalhes sobre a atividade interna, por exemplo, para fins de depuração. Outros níveis de log podem ser selecionados com a opção –log-level. No modo –quiet, apenas erros fatais são relatados. Nesses casos de erro muito graves, o aplicativo normalmente é encerrado. Para mais detalhes sobre os diferentes níveis de log, consulte a documentação do módulo "oflog".
Caso a saída do log deva ser gravada em arquivo (opcionalmente com rotação de arquivo de log), no syslog (Unix) ou no log de eventos (Windows), pode-se usar a opção –log-config. Esse arquivo de configuração também permite direcionar apenas determinadas mensagens para um fluxo de saída específico e filtrar certas mensagens com base no módulo ou aplicativo em que são geradas. Um arquivo de configuração de exemplo é fornecido em < etcdir>/logger.cfg.
LINHA DE COMANDO
Todas as ferramentas de linha de comando usam a seguinte notação para os parâmetros: colchetes delimitam valores opcionais (0-1), reticências no final indicam que múltiplos valores são permitidos (1-n), e a combinação dos dois significa de 0 a n valores.
As opções de linha de comando se distinguem dos parâmetros por um sinal '+' ou '-' à frente. Normalmente, a ordem e a posição das opções de linha de comando são arbitrárias (ou seja, podem aparecer em qualquer lugar). No entanto, se as opções forem mutuamente exclusivas, é usada a ocorrência mais à direita. Esse comportamento está em conformidade com as regras de avaliação padrão dos shells Unix comuns.
Além disso, um ou mais arquivos de comando podem ser especificados usando um sinal '@' como prefixo do nome do arquivo (por exemplo, @command.txt). Esse argumento de comando é substituído pelo conteúdo do arquivo de texto correspondente (múltiplos espaços em branco são tratados como um único separador, a menos que apareçam entre duas aspas) antes de qualquer avaliação posterior. Observe que um arquivo de comando não pode conter outro arquivo de comando. Essa abordagem simples, mas eficaz, permite agrupar combinações comuns de opções/parâmetros e evita linhas de comando longas e confusas (um exemplo é fornecido no arquivo < datadir>/dumppat.txt).
AMBIENTE
O utilitário dcmpschk tenta carregar os dicionários de dados DICOM especificados na variável de ambiente DCMDICTPATH. Por padrão, ou seja, se a variável de ambiente DCMDICTPATH não estiver definida, o arquivo < datadir>/dicom.dic será carregado, a menos que o dicionário esteja embutido no aplicativo (padrão para Windows).
É preferível manter o comportamento padrão e usar a variável de ambiente DCMDICTPATH apenas quando dicionários de dados alternativos forem necessários. A variável de ambiente DCMDICTPATH tem o mesmo formato da variável PATH dos shells Unix, em que dois-pontos (":") separam as entradas. Em sistemas Windows, um ponto e vírgula (";") é usado como separador. O código do dicionário de dados tenta carregar cada arquivo especificado na variável de ambiente DCMDICTPATH. Ocorre um erro se nenhum dicionário de dados puder ser carregado.
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