⚠️ Este é um site de tradução não oficial, sem relação com o DCMTK / OFFIS. Para informações oficiais, consulte a página original (https://support.dcmtk.org/docs/termscu.html).

termscu: SCU de encerramento DICOM

SINOPSE

termscu [options] peer port

DESCRIÇÃO

O aplicativo termscu implementa um Service Class User (SCU) para a Shutdown SOP Class privada da DCMTK. Ele tenta negociar essa Shutdown SOP Class privada com um Service Class Provider (SCP) que, caso esse recurso esteja implementado, encerra-se imediatamente após recusar a associação. O aplicativo pode ser usado para encerrar algumas das aplicações servidoras da DCMTK.

PARÂMETROS

peer  hostname of DICOM peer

port  tcp/ip port number of peer

OPÇÕES

opções gerais

-h --help
exibe este texto de ajuda e sai
--version
exibe as informações de versão e sai
--arguments
exibe os argumentos de linha de comando expandidos
-q --quiet
modo silencioso, não exibe avisos nem erros
-v --verbose
modo detalhado, exibe os detalhes do processamento
-d --debug
modo de depuração, exibe informações de depuração
-ll --log-level [l]evel: string constant
(fatal, error, warn, info, debug, trace) usa o nível l para o logger
-lc --log-config [f]ilename: string
usa o arquivo de configuração f para o logger

opções de rede

-i4 --ipv4
usa somente IPv4 (padrão)
-i6 --ipv6
usa somente IPv6
-i0 --ip-auto
usa consulta DNS para determinar o protocolo IP. títulos de entidade de aplicação:
-aet --aetitle [a]etitle: string
define o meu calling AE title (padrão: ECHOSCU)
-aec --call [a]etitle: string
define o called AE title do par (padrão: ANY-SCP) outras opções de rede:
-pdu --max-pdu [n]umber of bytes: integer (4096..131072)
define a pdu máxima recebida em n bytes (padrão: 16384)

NOTAS

Conformidade DICOM

O aplicativo termscu oferece suporte às seguintes SOP Classes como SCU:

PrivateShutdownSOPClass  1.2.276.0.7230010.3.4.1915765545.18030.917282194.0

REGISTRO DE LOG

O nível de detalhamento do log das diversas ferramentas de linha de comando e das bibliotecas subjacentes pode ser especificado pelo usuário. Por padrão, apenas erros e avisos são gravados no fluxo de erro padrão. Ao usar a opção –verbose, mensagens informativas, como detalhes do processamento, também são relatadas. A opção –debug pode ser usada para obter mais detalhes sobre a atividade interna, por exemplo, para fins de depuração. Outros níveis de log podem ser selecionados com a opção –log-level. No modo –quiet, apenas erros fatais são relatados. Nesses casos de erro muito graves, o aplicativo normalmente é encerrado. Para mais detalhes sobre os diferentes níveis de log, consulte a documentação do módulo "oflog".

Caso a saída do log deva ser gravada em arquivo (opcionalmente com rotação de arquivo de log), no syslog (Unix) ou no log de eventos (Windows), pode-se usar a opção –log-config. Esse arquivo de configuração também permite direcionar apenas determinadas mensagens para um fluxo de saída específico e filtrar certas mensagens com base no módulo ou aplicativo em que são geradas. Um arquivo de configuração de exemplo é fornecido em < etcdir>/logger.cfg.

LINHA DE COMANDO

Todas as ferramentas de linha de comando usam a seguinte notação para os parâmetros: colchetes delimitam valores opcionais (0-1), reticências no final indicam que múltiplos valores são permitidos (1-n), e a combinação dos dois significa de 0 a n valores.

As opções de linha de comando se distinguem dos parâmetros por um sinal '+' ou '-' à frente. Normalmente, a ordem e a posição das opções de linha de comando são arbitrárias (ou seja, podem aparecer em qualquer lugar). No entanto, se as opções forem mutuamente exclusivas, é usada a ocorrência mais à direita. Esse comportamento está em conformidade com as regras de avaliação padrão dos shells Unix comuns.

Além disso, um ou mais arquivos de comando podem ser especificados usando um sinal '@' como prefixo do nome do arquivo (por exemplo, @command.txt). Esse argumento de comando é substituído pelo conteúdo do arquivo de texto correspondente (múltiplos espaços em branco são tratados como um único separador, a menos que apareçam entre duas aspas) antes de qualquer avaliação posterior. Observe que um arquivo de comando não pode conter outro arquivo de comando. Essa abordagem simples, mas eficaz, permite agrupar combinações comuns de opções/parâmetros e evita linhas de comando longas e confusas (um exemplo é fornecido no arquivo < datadir>/dumppat.txt).

AMBIENTE

O utilitário termscu tentará carregar os dicionários de dados DICOM especificados na variável de ambiente DCMDICTPATH. Por padrão, ou seja, se a variável de ambiente DCMDICTPATH não estiver definida, o arquivo < datadir>/dicom.dic será carregado, a menos que o dicionário esteja integrado ao aplicativo (padrão no Windows).

É preferível manter o comportamento padrão e usar a variável de ambiente DCMDICTPATH apenas quando dicionários de dados alternativos forem necessários. A variável de ambiente DCMDICTPATH tem o mesmo formato da variável PATH dos shells Unix, em que dois-pontos (":") separam as entradas. Em sistemas Windows, um ponto e vírgula (";") é usado como separador. O código do dicionário de dados tenta carregar cada arquivo especificado na variável de ambiente DCMDICTPATH. Ocorre um erro se nenhum dicionário de dados puder ser carregado.

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